sexta-feira, 4 de setembro de 2009

AGENDA CULTURAL PVH SETEMBRO 2009





















FONTE: FUND. IARIPUNA

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

FANZINES, CARTAZES e ETCETAL....ROCK IN RONDÔNIA



Rock Vídeo SESC








....SE VC TEM MATERIAL E QUEIRA SOCIALIZAR ENVIE PARA malcriados_pvh@hotmail.com

40 ANOS DE WOODSTOCK

Provavelmente vc que estar lendo este post agora, nunca ouviu falar ou nem era nascido na época deste lendário festival que teve a sua primeira edição em 1969.
500 mil pessoas se reuniram durante três dias na pequena cidade agrícola de Bethel, nos Estados Unidos, para ouvir música, e celebrar a cultura de “paz e amor” da época mais hippie da história.
O Woodstock, FOI um acontecimento que marcou a história da música e dos festivais. Reuniu grandes nomes, como The Who, Janis Joplin, the Grateful Dead, Jefferson Airplane e Jimi Hendrix...e outros ícones do RocknRoll.



Vários festivais rolaram depois de WOODSTOCK nos anos de 79, 89, 94 e 99.
Mas é lógico que nenhum outro conseguiu suplantar a aura mítica da primeira edição, ou, “o” Festival de Woodstock.
No ano de 1999 a edição era uma comemoração dos 30 anos do festival e contou com nomes como: Rage Agains the Machine, Metallica, Limp Bizkit, Red Hot Chili Peppers e The Offspring. O festival aconteceu em uma antiga base da força aérea americana nas proximidades de Nova York.

O co-fundador do festival Michael Lang, diz estar atraz de patrocínios para fazer uma nova edição para comemorar os 40 anos. A ideia de Lang é organizar um evento gratuito, “livre” e “verde”, possivelmente em Nova York. Mas rolam tbm boatos que possa rolar uma versão no Brasil, tem que esperar pra ver. abç a todos e "paz e amor"

Cinema:
Este ano também será lançado o filme Taking Woodstock, novo filme de Ang Lee (O Tigre e o Dragão, O Segredo de Brokeback Mountain). Baseado em um livro com o mesmo nome que conta a história de Elliot Tiber, garoto que trabalhava em um pequeno hotel, dos pais, em Bethel, a cidade onde o festival aconteceu. Confira o trailer!

Sexo, oregano e rocknroll

O filme conta a história de Wood, um hippie que, por excessos, cai duro, numa festa, nos anos 1970, e acorda nos dias de hoje. Reencontra o amigo e também hippie Stock. Como a mulher sai em viagem de recuperação espiritual e, pressionados a fazer alguma coisa na vida, a dupla sai pela cidade em busca dos integrantes da banda que tinham quando jovens. No caminho, cruzam com Rê Bordosa, o Rhalah Rikota, os Skrotinhos entre outros. Até chegam a tocar na televisão, mas depois de seqüestrarem Roberto Carlos, o que foi tramado por Nanico e Meia Oito, dupla de revolucionários herdeiros da esquerda armada dos anos 1960. É gibi audiovisual e com imagens em movimento, cuja trama tem ares de crônica sobre o mundo urbano (e um ousado curta antes do filme só aguça esse aspecto). E, especialmente, coisa do Otto Guerra: cinema independente, animação de autor, com amplos espaços para o visual e gosto por desenho expressivo, seduzido por personagens e histórias que possibilitem fazer do desenho animado algo especial. Tudo é muito divertido mesmo quando o ritmo cai ou as piadas, verbalizadas, não rendem tanto quanto o esperado. A graça vem mesmo das ações da maior tribo de malucos já reunida por centímetros de tela. É filme imperdível para quem gosta de cultura pop e afins.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Los Porongas - fora do eixo

A banda acreana se apresenta hj dia 30/07 na Wiskeria na Av. Calama e a Rádio Web pvh caos transmite ao Vivo o show, ouça o som aqui no Zine Malcriado!

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Carta aberta ao Presidente da República

Brasília, 04 de junho de 2009
Exmo. Sr.
Luiz Inácio Lula da Silva
DD Presidente da República
Sr. Presidente,
Vivemos ontem um dia histórico para o país e um marco para a Amazônia, com a aprovação final, pelo Senado Federal, da Medida Provisória 458/09, que trata sobre a regularização fundiária da região. Os objetivos de estabelecer direitos, promover justiça e inclusão social, aumentar a governança pública e combater a criminalidade, que sei terem sido sua motivação, foram distorcidos e acabaram servindo para reafirmar privilégios e o execrável viés patrimonialista que não perde ocasião de tomar de assalto o bem público, de maneira abusiva e incompatível com as necessidades do País e os interesses da maioria de sua população.
Infelizmente, após anos de esforços contra esse tipo de atitude, temos, agora, uma história feita às avessas, em nome do povo mas contra o povo e contra a preservação da floresta e o compromisso que o Brasil assumiu de reduzir o desmatamento persistente que dilapida um patrimônio nacional e atenta contra os esforços para conter o aquecimento global.
O maior problema da Medida Provisória são as brechas criadas para anistiar aqueles que cometeram o crime de apropriação de grandes extensões de terras públicas e agora se beneficiam de políticas originalmente pensadas para atender apenas aqueles posseiros de boa-fé, cujos direitos são salvaguardados pela Constituição Federal.
Os especialistas que acompanham a questão fundiária na Amazônia afirmam categoricamente que a MP 458, tal como foi aprovada ontem, configura grave retrocesso, como aponta o Procurador Federal do Estado do Pará, Dr. Felício Pontes: “A MP nº 458 vai legitimar a grilagem de terras na Amazônia e vai jogar por terra quinze anos de intenso trabalho do Ministério Público Federal, no Estado do Pará, no combate à grilagem de terras”.
Essa é a situação que se espraiará por todos os Estados da Amazônia. E em sua esteira virá mais destruição da floresta, pois, como sabemos, a grilagem sempre foi o primeiro passo para a devastação ambiental.
Sendo assim, Senhor Presidente, está em suas mãos evitar um erro de grandes proporções, não
condizente com o resgate social promovido pelo seu governo e com o respeito devido a tantos companheiros que deram a vida pela floresta e pelo povo Amazônia. São tantos, Padre Jósimo, Irmã Dorothy, Chico Mendes, Wilson Pinheiro – por quem V. Excia foi um dia enquadrado na Lei de Segurança Nacional – que regaram a terra da Amazônia com o seu próprio sangue, na esperança de que, um dia, em um governo democrático e popular, pudéssemos separar o joio do trigo.
Em memória deles, Sr. Presidente, e em nome do patrimônio do povo brasileiro e do nosso sonho de um País justo e sustentável, faço este apelo para que vete os dispositivos mais danosos da MP 458, que estão discriminados abaixo.
Permita-me também, Senhor Presidente, e com a mesma ênfase, lhe pedir cuidados especiais na regulamentação da Medida Provisória. É fundamental que o previsto comitê de avaliação da implementação do processo de regularização fundiária seja caracterizado pela independência e tenha assegurada a efetiva participação da sociedade civil, notadamente os segmentos representativos do movimento ambientalista e do movimento popular agrário.
Por tudo isso, Sr. Presidente, peço que Vossa Excelência vete os incisos II e IV do artigo 2º; o
artigo 7º e o artigo 13.
Com respeito e a fraternidade que tem nos unido, atenciosamente,
Senadora Marina Silva

segunda-feira, 13 de abril de 2009

EUA eliminam restrições a Cuba

WASHINGTON, EUA (AFP) - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, levantou nesta segunda-feira todas as restrições de viagens e envio de remessas para os cidadãos cubano-americanos que têm família em Cuba, confirmou a Casa Branca.
Após décadas de restrições, essa é uma mudança histórica, já que os cubano-americanos puderam viajar livremente para Cuba apenas durante um período de menos de cinco anos, entre 1977 e 1982.
O presidente democrata Jimmy Carter se negou, em setembro de 1977, a renovar as restrições, mas seu sucessor republicano, Ronald Reagan, decidiu reinstalá-las em abril de 1982.
Esse vaivém diplomático em relação a Cuba voltou a se repetir com os presidentes Bill Clinton e George W. Bush, que aliviaram, ou restringiram, as sanções...
Ler mais click no link abaixo

sábado, 28 de março de 2009

BANDA MALCRIADOS E A HORA DO PLANETA EM RONDÔNIA

...ENTÃO, A BANDA MALCRIADOS E ZINE MALCRIADO ESTÃO NESSA! HOJE AS 19:30 EM PVH.

Hora do Planeta 2009.

domingo, 15 de março de 2009

SHOW ESCADARIA DA UNIR 13/03/2009

SEXTA FEIRA 13
....foi legal que só, quem não foi realmente perdeu
- GlÁUcio, Tino, Moreira, DHC, A BANDA PUNK DE UMAS MINAS ... LEGAL Q SÓ, TREVO DO ROCK, PARTICIPAÇÃO DOS MALCRIADOS C/ DHC, E CLARO BANDA RAUL..... (do caralho! "maninho*")
*dialeto bêra

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

ANIVERSÁRIO DE BOB MARLEY!

Numa pausa das risadas, Bob Marley ficou subitamente sério. “Eu vou morrer aos 33 anos, idade de Cristo”, disse aos amigos com quem se refrescava sob a sombra de uma árvore, em Nine Miles, interior da Jamaica. Todos se entreolharam assustados, aquilo não era normal. Muito menos vindo de um adolescente, com 14 anos recém-completados. Na Jamaica, soava mais estranho ainda: dificilmente um jamaicano fala em morte. No rastafarianismo, segunda religião mais popular na ilha (atrás do protestantismo), até Deus é vivo.
Marley passou perto: morreu de câncer aos 36 anos de idade. Há quem diga que esta fala – reproduzida na biografia oficial, “Queimando Tudo”, de Timothy White – seja um indício da vocação auto-infligida a salvador da humanidade. Se Marley, tal qual os Beatles, é comparável a Cristo, não cabe discutir. Mas que seu legado cultural, religioso, político e – claro – musical tem peso incomparável, isso tem. Desde que Bob Marley morreu, suas ideias cresceram, dominaram mentes de novas gerações, renderam devoção quase religiosa de gente tão diversa quanto Mano Brown, Paul McCartney e Stevie Wonder.








Mas foi um detalhe que transformou o legado de Bob Marley em uma fonte inesgotável de admiração: nem depois de tantas conquistas, ele deixou de ser o rude boy (gíria jamaicana para a juventude do gueto) de Trenchtown. O garoto humilde da favela que pregou o retorno espiritual à África, que denunciou a atualidade da discriminação racial e a vida dura no Terceiro Mundo, com a mesma competência com que cantou o amor, o sexo e a integração racial. Parabéns a Bob Marley que, aos 64 anos, continua jovem e atual.




quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

PORTO VELHO - CULTURA



CLICK NO VÍDEO E VEJA MALCRIADOS, TOCANDO A MÚSICA blues da SOLIDÃO

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

POSSE DE BARACK HUSSEIN OBAMA

" Neste dia nós nos unimos porque escolhemos a esperança e não o medo, a unidade de objetivo, e não o conflito e a discórdia.

Neste dia viemos proclamar o fim de nossos choramingos e falsas promessas, as recriminações e os dogmas desgastados, que por tempo demais estrangularam nossa política.

Ainda somos uma nação jovem, mas, nas palavras das Escrituras, chegou à hora de acabar com as coisas de menino. Chegou à hora de reafirmar nosso espírito resistente; de optar pela nossa melhor história; de levar adiante esse dom precioso, essa nobre idéia, passada de geração em geração: a promessa divina de que todos são livres, todos são iguais e todos merecem a chance de lutar por sua medida justa de felicidade " ( Parte do discursso feito na posse pelo Presidente dos Estados Unidos - Barack Obama).




terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Pecuária, Desmatamento e Mudanças Climáticas - Amazônia

O Imazon lançou dia (13) um estudo que levanta os principais fatores que influenciam a decisão de investir ou não na produtividade de fazendas de pecuária na Amazônia. A região registrou um aumento no rebanho da ordem de 40%, entre 1990 e 2005, e a abertura de novas áreas para abrigar as cerca de 207 milhões de cabeças de gado atualmente tem incrementado a responsabilidade brasileira no desmatamento de florestas tropicais e nas emissões de gases de efeito estufa.

Clique no link abaixo para ler estudo na integra
integra.http://www.imazon.org.br/novo2008/publicacoes_ler.php?idpub=3533

sábado, 1 de novembro de 2008

Sociedade Sustentável na Amazônia - Jean-Pierre Leroy

Uma ética renovada da democracia fundadora de uma sociedade sustentável. O exemplo amazônico brasileiro

O uso do conceito de “desenvolvimento sustentável” como perpetuação da ilusão do progresso não deve nos levar a concluir que está na hora de abandonar o conceito e o terreno aos abutres, embora prefiramos falar de “sociedade sustentável”. Propõe-se aqui, à luz de flashes amazônicos, mostrar como o que chamei precariamente de “ética renovada” é vivido de um certo modo na Amazônia e pode dar elementos para pensar uma sociedade sustentável na Amazônia.

Formada muito recentemente, à escala dos processos geológicos e naturais, a existência da floresta amazônica faz refletir sobre a fragilidade do nosso futuro. A floresta tem uma importância inegável como sorvedouro de CO2, umidificadora e amenizadora do clima, conservadora viva da variedade da vida. Mas demonstra agora uma fragilidade patente no balanço produção/consumo de CO2, ameaçado pela queima crescente da mata e dos campos; nos equilíbrios climáticos cujos periódicos desajustes vêm se multiplicando pela intervenção dos aprendizes de feiticeiro que somos; na biodiversidade aparentemente inesgotável mas cuja erosão pode chegar a um crescimento geométrico; nas suas águas, visível no volume e no regime dos afluentes da margem direita do Amazonas e na tendência a menor umidade de grandes áreas de florestas. Por isso, a população amazônica se vê investida de uma missão de conservação do que seria “patrimônio da humanidade”.

Os setores econômicos e políticos dominantes consideram a Amazônia como a última fronteira a abrir ao seu voraz apetite de lucro, e, por isso, não hesitam em instalar no congresso uma CPI das ONGs, sem nexo nem foco, e pressionar por todos os meios por mudanças catastróficas do Código Florestal. Por que então não escutar sua população? A conservação da Amazônia é ou, mais exatamente, era o projeto de futuro dos povos indígenas e dos caboclos ribeirinhos, freqüentemente obrigados hoje, por condições de sobrevivência, a liquidar com os seus recursos. Estas populações colocavam limites culturais e religiosos à exploração da floresta. Limites acionados unicamente em função das necessidades de reprodução individual e coletiva, não só das famílias e comunidades de hoje, mas das do futuro. A natureza, fonte de espiritualidade e de vida, não é algo que se quer dominar. Negocia-se com ela, que é temida, respeitada, manejada, assegurando que ela vai continuar a dar fartura e sustento.

Freqüentemente, certos grupos sociais amazônicos, semi-extrativistas semi-produtores, foram apressadamente apresentados como vivendo em regime de subsistência, distantes do mercado. Não é verdade, mas a inserção de muitos deles no mercado dava-se, e ainda se dá, nos marcos dessa reprodução familiar e não do lucro capitalista; portanto colocavam-se limites à exploração. Quanto à extração da borracha nativa, as condições mesmo da sua exploração, depois da primeira fase de dizimação total dos seringais do baixo Amazonas, exigiam que fosse preservado o ambiente natural.

Se essas estratégias de sobrevivência aparecem hoje mais merecedoras de registro etnográfico do que de incentivo econômico, as grandes questões ambientais nos fazem descobrir como esses povos e grupos sociais estão inseridos num projeto ético que liga a sua realidade à macro-esfera da ética. Sua existência de sacrifício e de teimosia lembra que não se pode construir desenvolvimento a custo da insustentabilidade e do desaparecimento de sociedades, pois, com eles, desaparece a possibilidade de um mundo humanizado, quer dizer um mundo onde o ser humano possa viver como gente. Lembra a continuidade e a coerência existentes entre a forma como se gera o quotidiano e a gestão do futuro da humanidade. Recorda, enfim, que existe a possibilidade de um outro mercado, a serviço da vida e não do lucro.

Não se trata de voltar ao passado e de isolar num ambiente anacrônico povos indígenas ou de restituir a extrativistas um mítico paraíso que nunca tiveram. A Amazônia quer hoje encontrar novos caminhos para um genuíno desenvolvimento sustentável. Duvido que estes caminhos possam ser encontrados pelos grupos econômicos e políticos que investem, depois do pasto, da mineração e da metalurgia bruta, na segunda onda, da madeira e do alumínio, ou já na terceira, dos grãos, em especial da soja. Pois continua a perspectiva de enclaves, da Zona Franca e Carajás até o Brasil em Ação, cujos projetos de infra-estrutura atravessam a Amazônia como um corredor obrigatório para exportação. Falta o debate com a sociedade amazônica no seu conjunto. Falta a percepção que a população da região deve ser a base e o motor do futuro da região. Falta cultura no sentido de uma visão do mundo fundada sobre os valores mencionados aqui. Falta ética.

O que falta às classes dominantes encontra-se nas classes trabalhadoras e “povos da floresta”. Organizações indígenas, movimento sindical no campo, movimento dos seringueiros, dos colonos da Transamazônica, dos pescadores artesanais, das cortadoras de babaçu, movimentos urbanos, fóruns de entidades, ONGs, setores políticos, pessoas de boa vontade... uma multiplicidade de pessoas e grupos colocam ou começam a colocar em prática a “responsabilidade-projeto” construtora do futuro. Em centenas de experiências, de projetos e de propostas, estão esboçando um outro tipo de desenvolvimento para a região.

Se o poder – qualquer poder não se auto reforma, a construção do futuro exige, portanto, mudanças no poder. Mas como um novo poder pode evitar reproduzir automaticamente os vícios do antigo poder? Como pode se levantar sem ser preso ao chão do imediato pelo peso do quotidiano e ao círculo estreito de uma moral da reciprocidade para com a sua clientela? A ética da responsabilidade-projeto para com o futuro pode ser o impulso que coloque em movimento a constituição de um novo poder e o ajude a levantar vôo.


Jean-Pierre Leroy é educador, assessor da Área de Meio Ambiente e Desenvolvimento da Fase e membro da Coordenação do Fórum Brasileiro de ONGs e Movimentos Sociais para o Meio Ambiente e Desenvolvimento.

www.comciencia.br/comciencia/handler.php?section=8&edicao=19&id=207

Foto: Dinho Reis (aldimarreis@yahoo.com.br)

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Ambiente Rondônia - Rio Madeira

Hidrelétricas e GASES DE EFEITO ESTUFA
Hidrelétricas são freqüentemente promovidas pelas autoridades governamentais como uma fonte “limpa” de energia, em contraste com termoelétricas. Embora a contribuição da queima de combustíveis fósseis para o efeito estufa seja bem conhecida, hidrelétricas não estão livres de impactos. Represas hidrelétricas em áreas de florestas tropicais emitem gases de efeito estufa, tais como gás carbônico (CO2) e metano (CH4). A razão impacto/benefício varia muito entre diferentes represas, dependendo da produção de energia.

...pare pra pensar Porto Velho, Rio Madeira nunca mais...


http://philip.inpa.gov.br/publ_livres/mss%20and%20in%20press/tuc-ghg2-port.pdf

http://philip.inpa.gov.br/publ_livres/mss%20and%20in%20press/SAMUEL-EM-3-port-2.pdf

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

COMUNICAÇÃO E CULTURA

Programa diário rádio online: Porto Velho Caos as 18:00 hs

acesse e ouça:


http://www.portovelhocaos.com.br/

sábado, 13 de setembro de 2008

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

MANIFESTO BÊRA

PVH está passando por mais um ciclo econômico, teve o da borracha, castanha, polo noroeste, garimpo e todo mundo veio pra Rondônia, milhares de Índios foram massacrados estuprados e mortos (VIVA *AJURICABA!), mas e daí o que importa é o crescimento do país. Eu denomino esse novo ciclo de "garimpo" (de novo!!), onde os donos das lojas de materiais de construção e cimento são os dragueiros ( gaúchos , goianos , paulistas e outros) os "sabe tudo" , e os peões dos garimpos claro! os bêra os ribeirinhos. As Usinas, nova Odisséia na amazônia (lembram da história da Madeira -Mamoré). É! mas um ciclo de destruição já está ocorrendo e kd a sustentabilidade?
E os bêra, continuam sendo chamados de preguiçosos e burros, porque vivem na riqueza e continuam pobres. Suas terras foram arrochadas, suas florestas viraram pastos, plantações de sojas e outras monoculturas. ..grito de protesto "Porto Velho Caos."
Meus pais e avós não precisavam desmatar e fazer pastos para colocar gado pra comer, pois tinhamos proteína animal no nosso quintal (paca, tatú e cutia sim), peixe nem precisa falar.

Desenvolvimento sustentável é qualidade de vida pra todos.

Aldimar Dinho Reis - beradeiro e biólogo
Prof° SEDUC e menbro da ONG Rio Terra
Músico da Banda Malcriados.

quinta-feira, 17 de julho de 2008

luto - OS BONS MORREM CEDO

...é pessoal a vida é a morte... Darwin disse "estamos todos interligados"...mais um irmão foi fazer parte do sistema da vida, morrer para gerar mais vida orgânica...Jesus, Deus, Jah, Alá...sei lá...a alma é eterna...Jeferson, Mário...VIVA A REVOLUÇÃO...VIVA EU VIVA TÚ VIVA O RABO DO TATU...

d.rEIS

segunda-feira, 16 de junho de 2008

ENTRETENIMENTO

Chuck Berry no Brasil

Um dos maiores nomes de todos os tempos do rock ‘n roll, Chuck Berry no Brasil para shows no Rio de Janeiro , São Paulo, Curitiba e Porto Alegre.
Considerado um dos fundadores do rock, o músico de 81 anos vai apresentar seus maiores sucessos como ”Roll Over Beethoven”, “Sweet Little Sixteen”, “Johnny B. Goode” e “Memphis”.
O último disco de inéditas de Chuck Berry foi lançado nos anos 80, mas ele constantemente entra em turnê. Ele esteve no Brasil em 1993, no extinto festival Free Jazz.

sábado, 14 de junho de 2008

ENTRETENIMENTO/CULTURA AMAZÔNIA/RO

LUTO
ROCKRONDONIA, MESMO! NO CANDEIAS DO JAMARI
CLICK NA IMAGEM PARA VISUALIZAR O CARTAZ
AQUI JAZZ , MARÍO 3D OU MARIO KBÇ PARA A MOÇADA DO SK8, DEU NOME A BANDA BICHU DU LODO...FALOU IRMÃO...

segunda-feira, 28 de abril de 2008

Relatório sobre usinas do rio Madeira recomenda que governo anule licença e leilão do projeto-CIMI

A Relatoria Nacional para o Direito Humano ao Meio Ambiente, da Plataforma Brasileira de Direitos Humanos Econômicos, Sociais, Culturais e Ambientais recomenda que o Governo Federal anule a licença prévia concedida para a construção das usinas hidrelétricas de Santo Antonio e Jirau, no rio Madeira, em Rondônia. O relatório preliminar, que também recomenda a anulação do leilão para construção da usina Santo Antônio, foi apresentado dia, 23 de abril, a diversos órgãos do governo em Brasília.
O documento aponta algumas ilegalidades e desrespeito aos direitos humanos fundamentais ocorridos durante o licenciamento das usinas. Dentre estes, a exclusão da bacia do Madeira dos estudos sobre impactos ambientais. Com isso, não foram avaliados os impactos que a obra pode causar a outros estados brasileiros e ao território boliviano.
O relatório também destaca que não foram feitas análises sobre alternativas de produção energética de menor impacto. Além disso, o direito à saúde foi desrespeitado, por conta do risco de contaminação de mercúrio e de proliferação de malária que podem aumentar com o empreendimento.
Povos isolados ameaçados
A violação dos direitos indígenas foi uma das questões destacadas pela Relatoria. O documento preliminar lembra que os Estudos de Impacto Ambiental (EIA) da obra apontam para o possível aumento de conflitos e invasões em territórios indígenas. Segundo o EIA, 1089 indígenas de sete terras serão afetados. Uma das críticas lembradas no relatório é que a análise apenas diagnosticou a situação das terras, mas não aprofundou a discussão dos impactos. Além disso, o EIA não considerou a situação dos povos sem contato que podem ser afetados. Devem viver na área atingida pela obra 3 ou 4 grupos sem contato.
Ontem, durante a apresentação do relatório preliminar, a Diretora de Assuntos Fundiários da Fundação Nacional do Índio (Funai), Maria Auxiliadora, disse que a Fundação está articulando frentes de identificação desses povos, pois o órgão considera possível a presença deles na região.
Também foi lembrado que ainda no processo de licenciamento, o direito dos povos indígenas à consulta prévia bem informada foi desrespeitado. A Convenção n.169 da Organização Internacional do Trabalho recomenda a forma de consultar os povos, que não foi obedecida.
Para preparar o documento preliminar, a Relatoria esteve em Rondônia entre 15 e 19 de novembro de 2007. Neste período, a relatora Marijane Lisboa se reuniu com ribeirinhos que podem ser afetados pela obra, com organizações indigenistas, com comunidades afetadas por outras hidrelétricas construídas na região e com órgãos públicos estaduais, federais e municipais. Ela também se encontrou com uma delegação de camponeses e indígenas bolivianos que temem os danos que as futuras represas podem levar às suas terras.
Representantes do Ministério de Minas e Energia, do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente também se reuniram com a relatora. Eles se comprometeram a enviar considerações sobre as recomendações propostas. A partir deste retorno, a Relatoria deve concluir o relatório final.

Brasília, abril de 2008.
Cimi - Conselho Indigenista Missionário

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